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O que é vidro?

O vidro é um produto inorgânico de fusão (passagem de uma substância do estado sólido para o líquido) que tenha sido resfriado em condições rígidas, sem que ocorra mudança novamente de seu estado.


Do que é feito o vidro?

O vidro é feito de areia(silica), barrilha, calcário, dolomita, feldspato, sulfato de sódio e caco de vidro


Como o vidro é fabricado?

No caso do vidro soprado, a fabricação é feita no interior de um forno, onde se encontram os panelões. Quando o material está quase fundido, por volta de 1.500 ºC, o operário imerge um canudo de ferro e retira-o rapidamente, após dar-lhe umas voltas trazendo na sua extremidade uma bola de matéria incandescente. O operário coloca a bola incandescente de vidro dentro de um molde e assopra o canudo. A bola vai se avolumando até preencher o espaço do molde. A peça é levada a seção de corte onde a parte que é presa no canudo é cortada com uma espécie de maçarico. Finalmente a peça vai para a seção de resfriamento gradativo, e assim ficará pronta para ser usada.


Como o vidro fica colorido?

O vidro pode ser pintado através de um processo de pintura especial ou pode produzir a massa do vidro já colorida. Para isso são adicionados aditivos específicos para a coloração: Âmbar (carvão, sulfato, hematita), Verde (cromo), Azul (cobalto, cobre), Rubi (ferro, cobre)


Existem vários tipos de vidros, dentre eles:

- Vidro soda-cal (vidro comum): 90% do vidro fabricado.
- Vidro borosilicato (contém óxido de boro). Ex.: Pyrex.
- Vidro de chumbo (contém óxido de chumbo). Ex.: Cristal.
- Vidros especiais (fórmulas especiais).
- A temperatura de fusão varia com o tipo do vidro.


Aplicações para o vidro:

• Vidros domésticos - tigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos fabricados em diversos tipos de vidro;
• Vidro para embalagens - garrafas, potes, frascos e outros vasilhames fabricados em vidro comum nas cores branca, âmbar e verde;
• Vidro plano - vidros planos lisos, vidros cristais, vidros impressos, temperados, laminados, aramados e coloridos fabricados em vidro comum;
• Vidro Temperado - Fusão calórica entre 700° e 750°, através de um forno e resfriamento com choque térmico causando aumento da resistência por compactação das camadas superficiais, aumento de resistência de 87%.
• Fibras de vidro - mantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;
• Vidros técnicos - lâmpadas incandescentes ou fluorescentes, tubos de TV, vidros para laboratório, para ampolas, para garrafas térmicas, vidros oftálmicos e isoladores elétricos.


Principais Características:

• Reciclabilidade
• Transparência (permeável à luz)
• Dureza
• Não absorvência
• Ótimo isolante elétrico
• Baixa condutividade térmica
• Recursos abundantes na natureza
• Durabilidade


Decomposição do vidro:

O vidro não sofrerá biodegradação nunca. Por ser formado de areia, carbonato de sódio, cal e outras substâncias inorgânicas, os microorganismos não conseguem comê-lo. Um objeto de vidro demoraria 4 000 anos para se decompor pela erosão e ação de agentes químicos. (fonte: Programa Educ@r - USP - São Carlos)


Reciclagem:

Os cacos de vidro são conduzidos para a indústria de vidro que irá utilizá-los como matéria-prima na fabricação de novas peças de vidro. O material é fundido em fornos de altas temperaturas junto à matéria-prima virgem (areia(silica), barrilha, calcário, dolomita, feldspato, sulfato de sódio, entre outros). O Brasil, no entanto, só recicla 14,2% do vidro que consome.


História

Os povos que disputam a primazia da invenção do vidro são os egípcios e os fenícios. Segundo a Enciclopédia Trópico: “Os fenícios contam que ao voltarem à pátria, do Egito, pararam às margens do Rio Belus, e pousaram sacos que traziam às costas, que estavam cheios de natrão (carbonato de sódio natural, que eles usavam para tingir lã). Acenderam o fogo com lenha, e empregaram os pedaços mais grossos de natrão para neles apoiar os vasos onde deviam cozer animais caçados. Comeram-se e deitaram-se, adormeceram e deixaram o fogo aceso. Quando acordaram, em lugar das pedras de natrão encontraram blocos brilhantes e transparentes, que pareciam enormes pedras preciosas. Um deles, o sábio Zelu, chefe da caravana, percebeu que sob os blocos de natrão, a areia também desaparecera. Os fogos foram reacesos, e durante a tarde, uma esteira de liquido rubro e fumegante escorreu das cinzas. Antes que a areia incandescente se solidificasse, Zelu plasmou, com uma faca aquele líquido e com ele formou uma empola tão maravilhosa que arrancou gritos de espanto dos mercadores fenícios. O vidro estava descoberto.” Esta é uma versão um tanto lendária. Mas, notícias mais verossímeis, relatam que o vidro surgiu pelo menos 4.000 anos A.C.. Julga-se entretanto que os egípcios começaram a soprar o vidro em 1.400 A. C., dedicando-se, acima de tudo, a produção de pequenos objetos artísticos e decorativos, muitas vezes eram confundidos com belas pedras preciosas. Sua decomposição é de 4000 anos. A cada 1000 kg de Vidro leva se 1300 kg de areia.


Em Portugal

Foi só no século XVIII que se estabeleceu em Portugal a indústria vidreira — na Marinha Grande - e ainda hoje esta existe. Anteriormente, há notícia, desde o século XV, da existência de alguns produtores artesanais de vidro. É conhecido o labor do vidreiro Guilherme, que trabalhou no Mosteiro da Batalha. O vidro era obtido através da incineração de produtos naturais com carbonato de sódio (erva-maçaroca). Houve diversos fornos para a produção vidreira em Portugal, mas a passagem de uma produção artesanal, muito limitada, para a produção industrial foi lenta. Uma fábrica existente em Coina veio a ser transferida para a Marinha Grande, em consequência da falta de combustível. Estava-se no reinado de D. João V. A proximidade do Pinhal de Leiria, teria aconselhado a transferência da antiga Real Fábrica de Coina. Depois, o Marquês de Pombal concedeu um subsídio para o reapetrechamento desta fábrica vidreira na Marinha Grande. Em 1748 estabeleceu-se na Marinha Grande John Beare, dedicando-se ali à indústria vidreira. A abundância de matérias primas e de carburante aconselhavam o fomento dessa indústria naquela região. Em 1769 o inglês Guilherme Stephens beneficiou de importante proteção do Marquês de Pombal e estabeleceu-se na mesma localidade: subsídios, aproveitamento gratuito das lenhas do pinhal do Rei, isenções, etc. A Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande desenvolveu-se a ponto de ser Portugal, a seguir à Inglaterra, o primeiro país a fabricar o cristal.


Fontes:
http://www.abividro.org.br
http://www.ambientebrasil.com.br
http://pt.wikipedia.org/
http://educar.sc.usp.br/ciencias/quimica/qm1-2.htm#recicla (Programa Educ@r - USP São Carlos)


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